SINOPSE
O machismo nas religiões remonta ao início da civilização, revelando uma estrutura social que se disfarçou de tradição ao longo dos milênios. A investigação proposta resgata a figura da Deusa Mãe, que simbolizava a fertilidade e a vida, e analisa a transição do sagrado feminino para o patriarcado, que encontrou na religião um poderoso aliado para consolidar sua dominância.
Questões como a subordinação da mulher nos textos sagrados e a exclusão feminina das hierarquias religiosas são discutidas, revelando as consequências dessa marginalização. A obra também destaca a resistência através da teologia feminista e o ativismo que busca reverter essa narrativa, questionando a necessidade de uma mudança urgente nas estruturas de poder religioso.