SINOPSE
Carros autônomos hesitantes e algoritmos que tomam decisões em nosso lugar levantam questões sobre a autonomia humana em um mundo onde técnica e vida se entrelaçam. Reflexões profundas sobre o que significa ser humano diante de inteligências que simulam linguagem e emoções provocam indagações sobre responsabilidade e identidade.
Com uma linguagem acessível e metáforas instigantes, a narrativa explora a interseção entre filosofia, ética e tecnologia. Mais do que respostas, apresenta perguntas que desafiam a compreensão do futuro e o que realmente devemos preservar em meio à revolução da inteligência artificial.