SINOPSE
Um processo sutil está em andamento, e muitos não percebem: a inteligência humana está se diluindo em meio à era da informação e da tecnologia. O que parece ser um avanço pode, na verdade, ser uma aceleração da superficialidade, onde a rapidez substitui a profundidade do pensamento. Questões como a “podridão cognitiva” e a ilusão de inteligência coletiva são exploradas, revelando o impacto dos algoritmos na consciência.
Este ensaio provoca reflexões profundas e desafiadoras, não oferecendo conforto, mas um convite à introspecção. Ao final, a leitura pode transformar a maneira como se enxerga o mundo, tornando impossível “desver” as verdades inquietantes apresentadas.