SINOPSE
Uma nova perspectiva sobre a psicossomática é apresentada, explorando a relação entre o objeto a e o corpo lesionado. A análise se aprofunda na ruptura de Lacan com a concepção tradicional da unidade psicofísica, questionando a representação do corpo na psicanálise e revisitando suas formulações sobre o objeto a.
Ao afirmar que a essência do objeto é o vazio, a autora desafia a ideia de sua encarnação. A discussão culmina em uma hipótese inovadora, que considera a interseção entre os registros imaginário e real, iluminando o fenômeno psicossomático sob uma nova luz.