SINOPSE
Questões de gênero e a perseguição às “bruxas” na Primeira Modernidade na Europa são exploradas por meio de uma pesquisa aprofundada. O foco recai sobre a perspectiva dos demonólogos e tratadistas dos séculos XVI e XVII, que moldaram a visão da época, considerando as influências filosóficas e teológicas que prevaleciam.
A análise busca compreender como se formou a crença em bruxas e feitiçarias, além de investigar as razões pelas quais apenas as mulheres eram alvo desse estigma. Reflexões sobre o papel feminino nesse contexto são essenciais para a discussão proposta.