SINOPSE
Reflexões sobre a memória revelam sua natureza comunicativa e subjetiva, manifestando-se nas relações familiares, educacionais e culturais. A interconexão entre comunicação e memória é explorada, destacando a tensão entre a cultura da amnésia e o fascínio por registros históricos, monumentos e biografias. Essa dualidade sugere um esforço coletivo para valorizar o passado em meio à instantaneidade da informação.
Uma análise provocativa emerge, abordando a autonomia da memória frente à homogeneização dos discursos. A experiência pessoal da autora na Zona Leste enriquece a discussão, oferecendo uma perspectiva crítica e complexa sobre a vivência e a memória.




