SINOPSE
Um manifesto insurgente desafia as estruturas do pensamento acadêmico, psicanalítico e filosófico, denunciando a violência epistêmica e subjetiva do racismo sistêmico e do colonialismo. Com uma escrita visceral e engajada, a obra articula psicanálise, política e crítica social, explorando a subjetividade negra em sua condição histórica de apagamento e resistência, transformando a dor em potência criativa e subversiva.
A ideia de rasura representa um rastro incômodo que perturba a ordem hegemônica, reivindicando espaço de fala e criação. A linguagem adotada é combativa, incorporando elementos da oralidade, música, poesia e cultura negra periférica, questionando formas tradicionais de conhecimento e expondo as engrenagens do racismo que operam no social e no inconsciente.