SINOPSE
Uma interpretação inovadora explora o papel do estilo na escrita singular de um renomado psicanalista. Apesar das críticas ao seu estilo neobarroco, há uma dialética vibrante entre oralidade e escrita que abre novos caminhos na clínica e na linguagem. O conceito de estilo representa uma crise contínua sobre a identidade do psicanalista, refletindo incertezas e a paixão pela ignorância que permeiam a prática psicanalítica.
Com uma prosa rica e erudita, a obra revela um diálogo engenhoso entre a voz do psicanalista e os mecanismos do inconsciente, proporcionando uma nova perspectiva sobre sua contribuição ao campo.