SINOPSE
A formação do Estado Interventor no Brasil, a partir da década de 30, trouxe profundas mudanças nas relações entre política e economia. A intervenção estatal se expandiu, exigindo novas abordagens no direito constitucional e administrativo, que passaram a ser reavaliados além de suas origens liberais. A análise das releituras e modificações nesses campos revela a influência da doutrina juspublicista e a crescente integração entre economia, política e direito.
O fortalecimento do Poder Executivo e o deslocamento do poder normativo para a Administração Pública refletem transformações que muitas vezes ocorreram fora dos textos constitucionais. O estudo das contribuições de Themistocles Cavalcanti é essencial para compreender essas dinâmicas e suas implicações na separação dos poderes e na regulação das atividades públicas e privadas.
