SINOPSE
O estudo aborda um romance publicado em 1888, analisando seu processo narrativo e a recepção crítica ao longo do tempo. Três tendências interpretativas são discutidas: a biográfica, a social e a revisionista, que examina aspectos antes considerados periféricos, como a narração autodiegética e o memorialismo presente no subtítulo.
A pesquisa propõe uma nova terminologia para categorizar narrativas de memórias, dividindo-as em retrospectivas, presentificativas e prospectivas. A análise revela que a obra exemplifica uma narrativa prospectiva, onde o narrador transforma sua experiência no internato em uma crítica ao sistema opressivo.
