SINOPSE
A importância dos sistemas públicos de educação é amplamente reconhecida desde o século XVIII, mas as desigualdades na escolarização persistem, especialmente em países com economias capitalistas. No Brasil, o Ensino Médio se destaca como uma fase crítica, onde a massificação do acesso não garante a democratização das oportunidades para os jovens.
Uma análise aprofundada do perfil socioeconômico e cultural dos estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) entre 1998 e 2014 revela padrões de segmentação no sistema educacional. Esses padrões contribuem para a perpetuação das desigualdades escolares, desafiando a ideia de meritocracia nas oportunidades sociais.