SINOPSE
Um mergulho na relevância do rádio como veículo de comunicação no Brasil, especialmente durante a era Vargas, revela como esse meio influenciou gostos e opiniões. A narrativa explora o subjetivismo humano, que contribui para o fascínio que o rádio exerce sobre as pessoas.
A linguagem utilizada para se conectar com os habitantes da Floresta Amazônica é destacada, assim como o papel fundamental da Rádio Difusora Acreana, que se tornou um elo vital entre os povos da floresta ao longo de sua trajetória.