SINOPSE
Processos de exclusão e violência são explorados através da experiência de um policial de rua, revelando como a psicologia e a filosofia iluminam a compreensão da juventude e da alteridade. A construção de identidades, muitas vezes definida por contrastes, é analisada sob a perspectiva da juventude, que, embora valorizada, apresenta desafios em sua busca e alcançabilidade.
A discussão se aprofunda na ideia de que a juventude pode ser um catalisador de significados, contrapondo-se a estigmas sociais. Ao final, a proposta de uma terceira via busca romper com estereótipos e calabouços simbólicos que limitam as relações humanas.