SINOPSE
Reflexões sobre a construção da modernidade são apresentadas ao longo da narrativa, que questiona a interpretação de uma famosa obra musical como um veículo da ideologia maçônica. O debate filosófico do século XVIII é explorado, revelando como as ideias sobre a função social dos espetáculos se relacionavam com uma visão abstrata da natureza humana e o potencial do teatro em moldar comportamentos.
Combinando história cultural, filosofia e epistemologia, a análise traça a origem do Iluminismo e o declínio da cultura popular, iluminando as identidades contemporâneas e as promissoras possibilidades do futuro.