SINOPSE
Durante a infância, muitos aprendem a ocultar sentimentos e necessidades para atender às expectativas familiares, buscando a aprovação dos pais. Essa habilidade de adaptação, embora uma estratégia de sobrevivência, pode levar à supressão do eu, resultando em um profundo vazio emocional e alienação.
Com relatos de pacientes e trechos de diários, a obra oferece um olhar sobre os efeitos persistentes dos traumas infantis. O texto também apresenta uma nova perspectiva sobre a violência contra crianças, destacando suas consequências trágicas e a importância de reconhecer emoções e necessidades pessoais.