SINOPSE
No sertão castigado pela seca, Josefa enfrenta uma solidão profunda, refletindo a aridez da terra. Determinada a não se deixar vencer pela opressão, ela se dedica ao ofício de benzedeira e fazedora de mortalhas, encontrando força no amor pelos filhos e nas pequenas alegrias do cotidiano, como sua horta e a amizade com Dona Celeste.
Em uma jornada marcada pela fé, a narrativa revela como a seca se torna uma metáfora para a luta de uma mulher que, mesmo diante de adversidades, descobre beleza e esperança em sua realidade, simbolizando o renascimento do sertão.