SINOPSE
Reflexões sobre os mecanismos de poder que moldam a sociedade moderna revelam como a sexualidade se transforma em uma tecnologia de controle biopolítico. A análise propõe que, mesmo atualmente, essa tecnologia continua a se aperfeiçoar, gerenciando desejos dentro dos discursos sociais. A investigação busca entender a produção de discursos sobre o sexo, destacando que, historicamente, o sexo não foi reprimido, mas sim uma explosão discursiva.
Esse quadro histórico permite uma reflexão filosófica sobre a emergência do dispositivo da sexualidade, que se torna um eixo discursivo institucionalizado. Nos primeiros capítulos, a biopolítica e seus dispositivos de poder são elucidativos, enquanto a sexualidade é problematizada no terceiro momento, enriquecendo a discussão com obras relevantes do campo.




