SINOPSE
Questões sobre a nova norma de filiação e parentesco são exploradas, abordando a indiferença sexual e de gerações, além da procriação médica assistida. O debate ético jus-psicanalítico levanta a dúvida sobre quem deve ser priorizado: os pais de intenção, os de origem, os doadores ou as gestantes substitutivas, assim como a criança a nascer ou disponível para adoção.
Reflexões sobre a definição contemporânea de família e a possibilidade de um novo direito à procriação são centrais. A obra provoca uma análise profunda sobre os direitos e as relações familiares na sociedade atual.
