SINOPSE
Práticas que desafiam a uniformização de comportamentos e valores são exploradas, revelando como essa padronização sustenta o poder estatal e o capitalismo. O pensamento binário, que cria divisões entre “nós” e “eles”, e a hegemonia europeia são analisados, destacando a artificialidade de um caminho único para a civilização. A separação entre indivíduo e natureza é discutida, evidenciando a exploração da natureza como recurso.
Processos de resistência e tentativas de ruptura surgem em resposta a essas armadilhas modernas. As revoluções socialistas do século XX exemplificam a complexidade de romper com a economia capitalista, sem desmantelar as instituições que a sustentam.
