SINOPSE
Uma análise profunda da medicina preventiva brasileira revela suas limitações, desafiando a concepção liberal e individualista que a sustenta. Elementos do pensamento marxista e da Arqueologia do saber de Foucault são entrelaçados para propor uma nova construção teórica, destacando a importância da abordagem histórica e os conflitos sociais no campo da saúde pública.
Artigos de renomados profissionais da saúde enriquecem a discussão, oferecendo comentários e reflexões sobre as questões abordadas em cada capítulo, promovendo um diálogo crítico e contemporâneo sobre os desafios enfrentados na área.
