SINOPSE
Quarenta e cinco anos após o fechamento de um campo de concentração, a narrativa revela a história de prisioneiros políticos em Cabo Verde. Inaugurada em 1936, a Colônia Penal do Tarrafal abrigou indivíduos que enfrentaram condições desumanas, privação e tortura. Através das vozes de prisioneiros chamados Pedro, vindos de diferentes regiões, a obra traz à tona relatos de sofrimento e resistência.
O relato não apenas homenageia aqueles que perderam a vida, mas também os sobreviventes que enfrentaram o horror. A diversidade linguística presente na narrativa reflete a complexidade das experiências vividas, mostrando como a língua pode ser tanto uma armadilha quanto uma forma de libertação.
