SINOPSE
Um militante comunista supervisiona as eleições em um hospício de Turim, onde o convívio com eleitores peculiares transforma sua percepção sobre política, amor e religião. Questionando o que define a normalidade, ele se depara com a complexidade da condição humana ao observar pacientes com diversas limitações, levando-o a refletir sobre a responsabilidade cívica e a essência do comunismo.
Momentos tocantes, como um pai alimentando seu filho deficiente, revelam a profundidade do amor e a fragilidade das fronteiras que impomos. A narrativa provoca uma análise crítica da ética individual e coletiva, desafiando o leitor a reconsiderar suas próprias convicções.