SINOPSE
Um tema que gera muitas incertezas na indicação de árbitros em processos é o dever de revelação. Esse dever, considerado invasivo, exige que o árbitro realize uma investigação proativa, mesmo sem garantias de confirmação, sendo essencial durante todo o processo para evitar nulidades.
Exploram-se a natureza, os propósitos e as implicações desse dever, além de apresentar soluções para os problemas relacionados à sua extensão e às consequências de sua violação. A análise revela que, se bem aplicado, esse dever pode resolver crises éticas e de legitimidade na arbitragem.