SINOPSE
Caracterizada por sua complexidade, a Escola Superior de Guerra se destaca entre as instituições do Ministério da Defesa no Brasil. A análise da influência maçônica em sua prática pedagógica e simbólica, especialmente entre 1949 e 1961, revela a construção de suas bases filosóficas, impulsionada pela atuação do Almirante Benjamin Sodré. A incorporação de práticas maçônicas tornou-se parte do cotidiano da Escola, promovendo um sentido de pertencimento entre os ex-estagiários.
Além de oferecer formação acadêmica, a instituição fomentou uma rede de confiança nacional, materializada pela Associação de Diplomados da Escola Superior de Guerra. A organização da Escola ao longo de seus primeiros anos consolidou um espaço de sociabilidade e convergência entre civis e militares, criando uma esfera pública de debates voltada para a resolução de questões governamentais.
