SINOPSE
Ser um iconógrafo envolve seguir cânones específicos, onde cada ícone é “escrito” sob a inspiração do Espírito Santo. O processo exige não apenas técnica, mas também uma profunda espiritualidade, refletindo a tradição da Igreja Católica do Primeiro Milênio. A pesquisa meticulosa e a paixão pela arte são fundamentais para criar um universo de referências e representações figurativas.
A análise das representações de Cristo como Senhor do Universo, especialmente do ícone bizantino do “Cristo Pantocrator”, revela a importância de Cláudio Pastro na arte contemporânea. Seu trabalho é um marco no reconhecimento da tradição iconográfica, destacando sua interpretação única e pessoal.