SINOPSE
Uma poderosa metáfora da existência humana emerge do universo industrial, onde fábricas e máquinas se entrelaçam com a identidade dos indivíduos. O espaço pulsante do trabalho transforma o ferro e revela a ferrugem como uma inscrição do tempo, não como falha, mas como memória viva. A narrativa se desloca para o corpo, onde a carne e as cicatrizes se tornam superfícies que expressam a experiência e a fragilidade coexistem com a resistência.
A possibilidade de recomeço se revela entre ruínas e vestígios, propondo uma poética da reconstrução. Aprender a habitar as marcas do passado é essencial para dar nova forma ao que permanece, refletindo sobre o tempo, o desgaste e a persistência. Neste processo, o mundo e o ser se tornam legíveis.