SINOPSE
Entre 1852 e 1922, a literatura brasileira escondeu em suas páginas 53 contos eróticos que exploram o corpo, o desejo e a sexualidade, muitos deles escritos sob pseudônimos para escapar da moral conservadora da época. Autores renomados como Machado de Assis e Olavo Bilac se entrelaçam com vozes esquecidas, revelando a complexidade de um período de transição entre o Império e a República.
Essas narrativas não apenas provocam reflexões sobre a intimidade e os tabus sociais, mas também oferecem um panorama das mudanças culturais e sociais do Brasil. A edição é enriquecida por um prefácio que contextualiza a seleção e um posfácio que aprofunda a análise literária, proporcionando uma experiência de leitura rica e instigante.







