SINOPSE
Reflexões sobre a identidade e a continuidade da consciência permeiam a narrativa, questionando se um corpo é definido por suas partes. Mudanças sutis podem transformar a percepção que se tem de si mesmo, tornando-se um estranho em sua própria pele.
Combinando elementos de horror físico e existencial, a trama explora a complexidade da dor e do sofrimento, revelando que nem sempre o que é visível é o que mais machuca. Uma jornada intensa que provoca profundas inquietações sobre a essência do ser.