SINOPSE
Na Vila de São Jorge da Serra, a tecnologia e o coronelismo se entrelaçam em uma dança de aparências, onde o progresso digital esconde a ineficiência da gestão pública. O prefeito Arnaldo “Tech” governa com um painel de controle, enquanto Beto, um homem comum, luta contra a desumanização imposta por um sistema que prioriza dados em vez de pessoas.
Com uma sátira mordaz, a narrativa explora como a burocracia digital mascara a exclusão e a falta de empatia. A obra é um convite à reflexão sobre a verdadeira essência das cidades e a importância da solidariedade humana em tempos de algoritmos.