SINOPSE
Facetas do consumo e da espetacularização do horror são exploradas por meio de referências teóricas de Freud e da Escola de Frankfurt, entre outros pensadores. O debate se concentra no gosto e nos significados culturais que envolvem a atmosfera sinistra presente em filmes de terror, programas policiais e a comoção gerada por séries e documentários sobre assassinatos reais.
A relação entre consumo, inconsciente, cultura de massas e o medo é analisada, enfatizando comportamentos sociais considerados estranhos. A obra convida à reflexão sobre esses fenômenos contemporâneos e suas implicações.