SINOPSE
Refletir sobre a formação em psicologia e suas implicações na escuta do outro é o foco central deste trabalho. A cisnormatividade, presente nos espaços de formação de psicólogos, influencia a prática clínica e a percepção de gênero, revelando como esses aspectos são moldados por normas sociais e históricas.
A análise abrange contextos como clínicas-escola e formações psicanalíticas, destacando a intersecção entre saberes médicos e terapêuticos. O debate proposto visa provocar uma crítica construtiva aos campos clínicos e éticos, promovendo uma reflexão sobre controle e discriminação na prática psicológica contemporânea.