SINOPSE
Na corte imperial brasileira de D. Pedro II, a forma de se vestir era um reflexo de riqueza e influência. Nobres e comerciantes, impulsionados pela economia do café, investiam em roupas e acessórios importados, especialmente durante eventos significativos como a coroação do imperador e o último baile do império. A moda, em constante transformação, espelhava as mudanças sociais e as novas hierarquias que surgiam na sociedade burguesa em formação.
O estudo dos tecidos que chegavam ao Rio de Janeiro revela como esses materiais eram convertidos em vestuário e comercializados na rua do Ouvidor. Ao explorar o consumo de roupas nesse período, é possível entender as características do capitalismo emergente no Brasil, em meio às transformações globais da Revolução Industrial.