SINOPSE
O diálogo entre a psicologia de Vigotski e o cinema de Eisenstein revela uma intersecção fascinante entre arte e vida social. A pesquisa explora a Psicologia Histórico-Cultural, destacando como a cultura, fruto da atividade social, se manifesta no cinema, que não é neutro, mas sim um reflexo de ideologias, como o comunismo. A obra analisa as contribuições de diversos intérpretes e as bases marxistas que sustentam as teorias de Vigotski, além de aspectos relevantes da vida e obra de ambos.
As confluências entre as teorias de Vigotski e Eisenstein são evidentes, especialmente na linguagem como sistema de signos que se manifesta na consciência. Vigotski via o trabalho como a essência do ser social, enquanto Eisenstein retratava em seus filmes o sofrimento dos trabalhadores na Revolução Russa, utilizando a linguagem como meio de expressar a resistência e a opressão. Essa pesquisa oferece uma nova perspectiva sobre a relação entre arte e psicologia.
