SINOPSE
Duplas perspectivas sobre o cinema e sua conexão com a Grande Guerra são exploradas, destacando a relação entre arte e a máquina industrial-militar. Enquanto um pensador analisa essa intersecção sob um viés político, outro amplia a discussão, sugerindo que a arte transcende as limitações do sistema representativo.
Filmes que abordam a memória do conflito de 1914-1918 exemplificam como a lógica estética molda interpretações, gerando novas visibilidades e sensibilidades que vislumbram um mundo emancipado, onde a igualdade das inteligências é celebrada.