SINOPSE
Analisando uma seleção de filmes da Áustria e da Suíça entre 1969 e 2015, a obra explora a contribuição de cineastas renomados e de obras menos conhecidas. Através dessa análise, são reveladas tendências e características que marcam a produção cinematográfica desses países.
O texto não se propõe a ser um panorama completo, mas sim uma reflexão sobre a evolução do cinema austríaco e suíço, destacando a importância de diretores como Alain Tanner e Michael Haneke, entre outros, na formação de um legado cultural significativo.
