SINOPSE
A formação da historiografia acadêmica no Brasil colônia é analisada através dos escritos da Academia Brasílica dos Esquecidos, criada em 1724. O estudo explora a produção letrada na Bahia colonial e a influência das academias históricas europeias, além de discutir os debates sobre a escrita da história entre os séculos XVII e XVIII.
A imagem do cego e do coxo, símbolo do certame literário da Academia, representa a interdependência entre erudição e retórica na historiografia da época, desafiando a ideia de que essas duas esferas deveriam seguir caminhos distintos na constituição da história como disciplina científica.




