SINOPSE
Nem todos os cativeiros são visíveis; alguns se formam através de palavras e silêncios. Sarah, desaparecida aos vinte e um anos, vive em uma casa isolada, aprendendo a obedecer e a confundir amor com medo. Anos depois, Irina chega ao mesmo local, e o frágil equilíbrio do silêncio começa a se desmoronar. Juntas, elas despertam uma consciência que traz à tona dúvidas capazes de mudar tudo.
Com a chegada da liberdade, surge a pergunta: o que resta de quem fomos no cativeiro? Entre lembranças não cicatrizadas e segredos ocultos, Sarah e Irina percebem que o medo pode se disfarçar de ternura, e que algumas portas permanecem trancadas por dentro.