SINOPSE
Deitado em sua cama, a chuva incessante ecoa no telhado de zinco, enquanto a mulher ao seu lado mal se move sob o cobertor compartilhado. O espaço íntimo se transforma em um refúgio de memórias, onde cada gota traz à tona reflexões sobre o que realmente possuímos: o presente.
As lembranças se entrelaçam, revelando que o significado do agora é construído por todos os momentos vividos. Nesse cenário, a literatura se torna uma forma de explorar a essência do tempo, onde o presente se destaca como o único valor absoluto que temos.
