SINOPSE
A clínica do autismo enriquece o campo psicanalítico, trazendo à tona questões relevantes e contemporâneas. As formulações apresentadas, como “simbolização em presença” e “três tempos da lei materna”, oferecem novas perspectivas sobre a prática clínica.
A discussão sobre as relações entre diferentes objetos, como o objeto subjetivo e o objeto transicional, é especialmente valiosa. Esse aprofundamento promete contribuir significativamente para o futuro da psicanálise, estimulando reflexões que podem transformar a compreensão e o tratamento de crianças com autismo.