SINOPSE
Um silêncio que não traz paz surge do excesso e da desconexão. A sensação de encarar uma tela, que deveria promover interação, muitas vezes resulta em um vazio profundo. A rotina moderna, repleta de notificações, empobrece a experiência humana, transformando a ansiedade em produtividade e a solidão em entretenimento. A metáfora do branco se torna um reflexo do mundo digital, onde a superficialidade predomina.
Temas como dependência emocional, esgotamento mental e a busca por significado são explorados com um tom melancólico. Este relato não oferece soluções, mas serve como um espelho, revelando a frieza que se esconde por trás de uma vida aparentemente brilhante.