SINOPSE
O aumento significativo do diagnóstico de autismo levanta questões complexas sobre o sofrimento subjetivo. Três ensaios exploram essa temática, promovendo um diálogo entre psicanálise, epistemologia e a experiência de autistas e seus familiares, revelando que o autismo pode ser tanto um diagnóstico quanto uma metáfora para o mal-estar social contemporâneo.
Através das narrativas de autistas e de seus familiares, é possível observar a oscilação entre identidade e resposta clínica, além de discutir a transição do diagnóstico infantil para o familiar. A análise dos textos proporciona uma compreensão mais profunda das diferenças diagnósticas e suas implicações.