SINOPSE
O cenário atual da política econômica brasileira revela uma crescente precarização do trabalho e da previdência social, resultante de ataques sistemáticos. A flexibilidade no mercado de trabalho, que se espalha por diferentes países, impacta a organização do emprego, a repartição de tarefas e a qualificação profissional, refletindo uma transformação profunda nas condições laborais.
A análise crítica da flexibilidade na distribuição das horas de trabalho revela suas implicações para a relação entre trabalho e capital. Embora apresentada como uma vantagem para os trabalhadores, essa abordagem serve, na verdade, aos interesses do capital, evidenciando desigualdades relacionadas a gênero, idade, cor e raça.
