SINOPSE
Elod sentiu a presença da floresta antes mesmo de vê-la. O ambiente carregava um peso ancestral, como se um corpo antigo despertasse de um sonho profundo. As árvores, em um gesto de reconhecimento, pareciam curvar-se levemente, enquanto o ar envolvia tudo em um silêncio repleto de memórias. Com passos cuidadosos, ela avançou entre raízes expostas, sua capa escura se misturando às sombras ao seu redor.
Ao chegar a um círculo de pedras cobertas de musgo, Elod percebeu que cada uma delas fora posicionada por mãos que já não existiam. A lua, filtrada por nuvens, traçava linhas prateadas no chão, sinais que a convocavam a iniciar um rito que exigia respeito e reverência à magia que ali habitava.