SINOPSE
Um gesto simples de pedir comida revela uma realidade complexa, onde a tecnologia não consegue eliminar a desigualdade entre consumidores e entregadores. Enquanto um desfruta do conforto, outro enfrenta desafios diários, como o trânsito e a falta de reconhecimento. O sistema que regula essas entregas vai além de algoritmos; é uma estrutura moral que redefine o valor do trabalho e a relação entre o humano e a máquina.
A fome, nesse contexto, não é apenas física, mas também simbólica, refletindo a busca por dignidade e pertencimento. Ao olhar além da tela, somos convidados a questionar o verdadeiro custo de nossa comodidade e a reconhecer a humanidade daqueles que sustentam nosso conforto, revelando a necessidade de um vínculo mais profundo e consciente.