SINOPSE
A interpretação da evolução histórica do poder familiar revela a importância da responsabilidade afetiva dos pais em relação aos filhos menores. A busca por segurança jurídica para aqueles que sofreram abandono afetivo é essencial, destacando os deveres dos genitores na criação e educação dos filhos.
Além disso, são abordadas noções de responsabilidade civil, evidenciando que a violação dessa responsabilidade pode resultar em indenização por dano moral. A obra propõe uma reflexão profunda sobre as consequências jurídicas do abandono afetivo e a proteção dos direitos das crianças.