SINOPSE
Durante anos, as redes sociais foram vistas como meras ferramentas de comunicação, mas essa visão está mudando. A economia da atenção se revela um sistema que captura nossas mentes, explorando vulnerabilidades cognitivas, especialmente em jovens. Documentos internos, depoimentos e pesquisas mostram como algoritmos são refinados para maximizar a dependência, transformando comportamento humano em produto. A comparação com a indústria do tabaco destaca um modelo de negócios que prioriza engajamento compulsivo, mesmo ciente dos danos à saúde mental.
Casos judiciais em diferentes países começam a questionar essa arquitetura, colocando crianças e adolescentes no centro de um debate sobre responsabilidade e poder. A obra convida à reflexão sobre a normalização de uma economia que compromete autonomia e liberdade psíquica. Ao final, o leitor se depara com uma questão inquietante: o que significa aceitar como normal um sistema que causa danos conhecidos?