SINOPSE
Em 2025, um novo paradigma para a política externa brasileira começa a ser delineado, inspirado por vozes e experiências dos quilombos e aldeias contemporâneas. A busca por uma abordagem que resista ao genocídio e à retórica da democracia liberal revela a complexidade e o esforço intelectual necessários para essa construção.
Essas notas servem como um convite a um grupo de pesquisa, estimulando discussões sobre a importância de uma perspectiva indigenista na diplomacia. Recursos adicionais estão disponíveis online, prontos para apoiar aqueles que desejam explorar esse tema profundo e relevante.