SINOPSE
Reflexões profundas sobre a injustiça e a escravidão permeiam as palavras de um renomado orador, que se vê no centro de uma controvérsia. Em um artigo instigante, ele questiona se a Regência deve ser responsabilizada por uma política que favorece crimes relacionados à escravidão.
Defendendo-se das críticas da imprensa, o autor busca esclarecer sua posição em relação ao papel da Princesa Isabel no processo abolicionista. A análise provoca uma reflexão sobre a memória histórica e as responsabilidades atribuídas a figuras públicas em momentos cruciais.