SINOPSE
Vestígios de memórias negras emergem em meio a uma narrativa histórica marcada pela branquitude. Através de poemas, artes visuais e referências cinematográficas, a obra revela como o legado do sistema escravista molda a vida de indivíduos e a sociedade, desafiando a desconfiguração do sofrimento negro. O diálogo com vozes literárias contemporâneas aprofunda a análise das relações sociais e familiares, expondo as cicatrizes de um passado colonialista.
Ao destacar os mecanismos de exclusão que persistem, a narrativa clama por um esforço coletivo de vigilância e cuidado. A construção de um espaço que promova o reconhecimento das feridas ainda abertas da escravização negra se torna urgente, propondo um futuro livre de estigmas e violências.