SINOPSE
Entre o final de outubro e o início de novembro, a capital paraense se transforma, dando lugar a um ciclo ritualístico que surge após a Festa de Nazaré. Nesse contexto, adolescentes se reúnem para vivenciar a tradição da pastorinha, uma prática que envolve a socialização e a expressão cultural da comunidade.
Figuras femininas desempenham um papel central na coordenação dessas atividades, guiando os jovens em um processo de aprendizado e conexão com suas raízes. A pastorinha se revela, assim, um importante elemento da identidade local, promovendo laços e fortalecendo a cultura regional.